Elaboração de projetos culturais, palestras, oficinas, curso, animação de aniversários infantis.

domingo, 21 de novembro de 2010

Sucessão 2012

Muitas especulações na comunidade e no meio político para as Eleições de 2012. Tradicionalmente quando finda a sucessão de Governo do Estado, os município já começam a estudar o plano municipal seguinte.

No bloco situacionista, comenta-se nas possíveis candidaturas a prefeito de nomes como Eudimar Gurgel, Leandro Tomé, Veronica Pinheiro ou até a hipótese de se construir um nome no próximo ano e meio de movimentações políticas. Cogita-se ainda a possibilidade de Dr. Zé Júlio transferir seu domicilio eleitoral pra Janduís e ser o candidato da situação. Acho pouco provável.

Pela oposição, ressurgem os nomes de Cassinho e João Neto, candidatos que já tiveram projetos rejeitados pela comunidade em duas Eleições consecutivas. Para isso, a oposição aposta nas ações do governo Rosalba Ciarline e num bloco de alianças forte.

Pelo PT nomes como Zé Bezerra, Raimundo do Sindicato já soam pelas ruas e comunidades. Dr. Chiquinho e o advogado Alexandre Nóbrega, são nomes ventilados pela analise popular aqui em Janduís.

Diante de tudo, ganhará as Eleições de 2012 o grupo que apresentar o melhor projeto pra cidade que beneficie a comunidade de forma direta e que tenha um bom bloco de alianças. Negociações de cargos, contratos, licitações e secretarias não são mais estratégias em bastidores, pois o nosso povo tem histórias boas e ruins da política. E há qualquer momento político uma delas será resgatada nas cabeças dos homens e mulheres.

Há muitas discordâncias do atual governo. Mas, muita coisa boa tem acontecido na cidade, embora eu não esteja participando diretamente da gestão atualmente, por achar que é um outro momento e pretendo ver de fora o final dessa administração. Se a comunidade estiver bem, com certeza eu sou uma parte do todo.

Vejo sempre a oposição falar em tirar o atual governo. Concordo, é papel de quem faz oposição. Mas, pra isso é preciso apresentar um projeto de governo melhor do que o atual, com pensamento de futuro e grandeza. Não basta repetir o passado ou fazer o mesmo que está sendo feito. A idéia é avançar sempre.

Não conheço nenhuma administração em Janduís sem as tradicionais figuras da fofoca, fuxico, da intriga, da inveja e daqueles que querem espaços só pra si. Sei que é capaz de existir um governo que amenize tais situações. Pra isso é preciso flexibilidade, coragem para agir e determinação.

Até as Eleições de 2012, vou procurar me espelhar no projeto de Governo pra todos, observando principalmente o campo da Educação, Saúde, Cultura, Desportos, Habitação e os serviços básicos que necessitam nossa comunidade. Vou agir com cautela, sem mágoas e sem emoção pra correr menos risco de errar.

Eleições da Câmara em Janduís

Por aqui as Eleições para nova Mesa Diretora da Câmara Municipal está prestes a acontecer. Muitas articulações, conversas e jogo de cintura pelo tão sonhado cargo de presidente por alguns vereadores. Muita coisa em jogo mesmo.


No bloco do PT saíram três pré-candidatos: Braga, atual presidente que está disposto a votar em qualquer um dos nomes; Adeilson Alves e Raimundo do Sindicato. Estes estão sob os olhares de Paulinho de Vitor e Rênio Gurgel, do mesmo partido.



O bloco eleito pela oposição, que já está se articulando pensando em 2012, conta com a pré-candidatura de Fábio Dantas do PV, com apoio de Jacinto Fernandes do PSDB, respectivamente alinhados com Lígia Félix/PSDB e Jozenildo Morais/PV.



Ambas as partes estão realizando reuniões de articulações. São reuniões com conteúdos aberto a comunidade. Uns com preferências de nomes, outros minando nomes e devido à dissidência do PT, o bloco de oposição realizou reunião com Rênio e Paulinho a procura de apoio.



Pelo andar da carruagem essa novela só vai ter mesmo um ponto final no dia da votação ou se o PT firmar seu candidato e partir pro desfecho. Comenta-se nos bastidores, que poderá haver uma unificação de parte da oposição com a situação, tudo em nome do poder. Será mesmo??? É aguardar e conferir.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Trama do Fuxiqueiro

No início de 2001, eu concluía o texto “O Fuxiqueiro’, com uma mistura de personagens típicos da gente aqui do interior. Uma mulher que casou com um bodegueiro por interesse, mas que sempre gostava de dar cabimento a quem pintava no pedaço. Essa é a Pretinha.
Pretinha, interpretado por José Carlos
Casou-se com Zé da Bodega, um cabra bom de guela, mas que era traído pelo autor de fofocas e fuxicos, conhecido por Fuxiqueiro. As escondidas se encontrava com Pretinha a qual tinha muito ciúmes.
Tiquinho - Reysson Roberto, Tantão - Elias Filho e Zé da Bodega - Caio Araújo
Com a chegada de Robertão, uma enxerido metido a galã, O Fuxiqueiro vê ele cruzar com Pretinha na feira livre da cidade e resolver criar uma briga entre os dois. Robertão é um daqueles que não leva desaforo pra casa e cai na trama do Fuxiqueiro.
Robertão - Ryedson Oliveira, O Fuxiqueiro - Diego Tavares
Mesmo com o leva e traz do Fuxiqueiro Zé da Bodega e Robertão acham estranho tanto leva e traz, e fingem acreditar em tudo, até se enfrentarem num duelo de facas e fingirem morrer. Depois da armação, o Fuxiqueiro, descobre seu romance com Pretinha e vai embora com ela.
Elenco de ouro e conquitas
O espetáculo ainda conta com Tiquinho, um menino de recado de Zé da Bodega que em 2010 ganhou um companheiro de cena: o menino Tantão. Dorminhoco e lesado Tantão é uma das personagem que abrilhantam o espetáculo.

Registros fotográficos do XXVII Escambo

Registros fotográficos do XXVIII Escambo Popular Livre de Rua, entre 12 e 15 de novembro de 2010, em Umarizal/RN.


Afinando o tarol para cortejo de domingo, 14.


Joabe e Hands - cortejo com mais palhaços


Willi Kesle da Cia. Brincantes do Sertão


Riedson Oiveira no personagem Robertão


Elenco do Fuxiqueiro no cortejo


Francisco e ao fundo Sebastião do Ginga Faceira


Robinho - Robson Medeiros e o palhaço Canelinha de Riedson Oliveira


Cia. de Artes Brincantes do Sertão


Artistas de Janduís fixados nos informes gerais


Eduarda de Lucrécia, Apoliana e Cindy de Janduís

Movimento Escambo em Umarizal: Um Movimento em movimento

Pela quarta vez no ano, diferente de quando achávamos que estamos organizados, realizamos mais um encontro do Movimento Escambo, na cidade de Umarizal, entre 12 e 15 de Novembro de 2010. Um encontro mais diferente ainda que os outros.

Em São Miguel do Gostoso/RN, Fortaleza/CE e Lucrécia/RN, ainda contamos com a força de alguns projetos conseguidos por grupos e espetáculos. Mesmo assim, ralamos pra chegar ao objetivo e se encontrar com os demais arteiros escambistas.

Fomos renegados pelos Poderes públicos em diversos locais, pela falta de sensibilidade político administrativa, mas, jamais hesitamos. Continuamos a luta, trocando arte por pão, transporte, água, mantivemos nosso lugar ao sol.

Fomos a Umarizal participar de um encontro onde a alimentação foi bancada pelos escambistas e pela comunidade do Bairro COHAB. A maioria dos transportes bancados por instituições sociais, pelo próprio bolso e em um caso pelo governo municipal.

Somente Janduís, contou com a colaboração em transporte pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto. Símbolo de nossa marca, resistência e persistência. Isso ainda não significa que temos que ficar sempre na dependência.

Discutimos em Umarizal a necessidade de ter um Movimento auto-sustentável, de pode bancar suas ações a partir de mantimentos oriundos dos escambistas. Não sabemos como isso pode crescer, mas já estamos buscando esse entendimento.

Ademais, um encontro onde nos deparamos com nossas dificuldades e deficiências que precisam ser corrigidas e aprimoradas. Compartilhar com limpeza, material de uso pessoal, bom uso de espaços públicos, são palavras que soam entre os que fazem o Escambo.

Trocamos idéias, sonhamos, apostamos as fichas numa futura política cultural criada pelo Poder Popular conclamar a expansão da arte, liberdade de expressão e assim, manter a força da arte sem padrinhos, donos, lideranças ou forças sem forças.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Trabalhos regionais

No ano de 2008 comecei uma fase diferente em minha vida de artista, quando venci o desafio de expandir o trabalho teatral com outras cidades. Iniciei por Martins, com contrato anual e lá descobri o quanto é prazeroso repassar conhecimento no campo arte e cultura. Fiquei até o mês de dezembro de 2008.
Oficinas em Martins/RN, em 2008
Atingi um dos objetivos quando formamos o grupo Fantasia Real, que fez várias apresentações na cidade. No mesmo ano, recebi o convite pra dar uma palestra para o Projovem em Alexandria, no mês de agosto, que foi mais um degrau.
Primeiro contato em Alexandria, agosto de 2008
Adotei Alexandria, como mais uma das cidades a trabalhar com jovens o processo do teatro pedagógico. Após a palestra fui convidado a ministrar oficina pro Programa onde continuo até dezembro deste ano, com grandes marcas.
Palestra em Alexandria
Em Alexandria fizemos várias apresentações com variados temas, levamos grupos da região, montamos A Paixão de Cristo e despertou-se nos jovens daquela cidade um certo olhar diferente para a arte e cultura.

Na reta final do curso de Pedagogia e com atuação em Alexandria, o companheiro de classe Leandro Tomé, me fez um convite pra dar oficina pra ONG Camará, em Lucrécia; ele tinha contatos e havia me indicado. Topei. Começamos atuar em abril de 2009.
Primeiro contato com Lucrecia, em abril de 2009
Por Lucrécia unimos os Grupos Arte e Ginga e Tribo da Arte que andávamos longe um dos outro, contribuímos para formação do Grupo Matmofarte e fizemos muita movimentação na cidade e comunidades vizinhas.

Montamos espetáculos como Conto Lucrécia, Eterna Paixão de Cristo, fizemos várias oficinas de fotografia digital com César Santos e teatro comigo, sendo assistido por Caio Araújo. Escrevemos o pessoal no Programa Mais Cultura e levamos o Escambo no mês de setembro deste ano.
Recitando no Conto Lucrécria, em 2010.
Contudo, estamos fechando mais um grande ano de realizações no campo da cultura em todos os sentidos profissionais. Termino o ano de 2010 muito feliz e na certeza que posso contribuir muito mais para o avanço da cultura potiguar.

Nesse período dirigi A Paixão de Cristo em Alexandria, Lucrécia e Janduís; O Auto do Menino Deus, em Portalegre e Bom Suceso/PB e pra esse final de 2010 dirijo o Auto do Menino Deus em Portalegre novamente e em Janduís.

As coisas precisam acontecer

Dialogando com vários artistas da Cia. Ciranduís, Brincantes do Sertão, Ginga Faceira, alunos e artistas de grupos musicais, poetas e sentimos um vazio e a necessidade de recarregar as energias. São ideais e sonho muito bons falados que precisam se concretizar.

Falamos da necessidade em ter que deixar de lado nosso orgulho, nossas vaidades, respeitar de verdade nossas diferenças e começar a entender que precisamos mover a cultura como nos tempos de antigamente, já que temos muito mais ferramentas tecnológicas e culturais.

Entre nós surgiu a idéia de um seminário e lançada proposta ao Governo Municipal, através da Assessoria de Comunicação e da Coordenação de Cultura. Queremos discutir o todo e depois tirar encaminhamentos.

Os grupos que participam do Movimento Escambo em Janduís, haviam decidido que não solicitariam mais transporte a Secretaria de Educação, Cultura e Desporto e em discussão muito sábio enviou ofício pro Escambo de Umarizal e recebeu notícia positiva.

Acredito que podemos avançar. Enquanto artistas nosso desejo é a viabilização de atividades que beneficiem realmente o coletivo de artistas. E entendemos que precisamos deixar as posturas políticas partidárias para seus momentos, nessa discussão.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Pacto de Cultura

Quem faz o Movimento Cultural de Janduís precisa entender que o poder Público local é uma alternativa para o desenvolvimento das atividades. Quando a gestão é feita por ignorantes, embora tenham estudado, não se consegue ter avanços. Isso é comprovado em todas as cidades do país.

É entendível que não temos brigas com grupos nem artistas, temos diferenças com alguns o que é natural. Precisamos lutar juntos para que tenhamos sucessores no futuro, embora alguns se afinem com o Poder ou com quem quer que seja. Não importa o nível de afinidade, importa a ação para todos.

Precisamos estar pertos para que juntos não sejamos enganados com migalhas e não deixemos nossos recursos irem embora sem saber pra onde. O Ponto de Cultura Semearte ainda é uma interrogação. Ninguém sabe, ninguém viu. Só ouve.

Apenas a Banda de música funcionando que na boca dos pelegos é inteiramente do município. O ponto de Cultura Em Cena Ação, que tinha uma contrapartida da Prefeitura e se quer receberam o Comitê Gestor, porque está nas mãos de pessoas do movimento e não da Prefeitura, é defeciente.

A Casa de Cultura de Janduís está isolada pelo Poder local, cortaram vigia, ASG, material de expediente e a Secretária de Governo mandou apagar as luzes da frente pra economizar gastos, o que foi preciso transferir a conta de luz pro estado. Isso porque não conseguem ver alguém que pensa num cargo, pois entendem que mandam em tudo. Blefe!

Somos nós artistas que devemos cuidar de nossa ações culturais e olhar pra frente sem cair em jogo sujo. Se o Poder se recusa a apoiar tais iniciativas e criar políticas de estados, devemos traçar um movimento em busca das melhorias. O Poder tem obrigação de investir na sociedade.

Algumas pessoas da administração, são umas duas ou três, querem ver o movimento cultural local sempre dividido. Eles tem medo da união dos artistas porque sabem do peso que temos em nossa comunidade. Até torcem pra o fim de grupos tradicionais. Não entendem que o Poder passará e nós vamos ficar lutando pelas nossas causas.

Leis, sanções, perseguições tudo isso já se tem feito em Janduís. Para os íntimos do momento a brecha da lei, pra os que dizem a verdade aplicação severa da lei. Tomara que alguém tenha escutado em alto e bom tom as palavras de Dilma em seu discurso de agradecimento sobre a liberdade de imprensa: “Prefiro o barulho da Imprensa do que o silêncio da ditadura”.



Janduís precisa de ação que combata as intenções maléficas daqueles que sempre odiaram os artistas que dizem o que pensam e hoje se vestem de serafins tentando enganar as pessoas. Nós sómos a cura para doenças pegajosas.

Falácias, falácias!

A petulância e vaidade bailam por Janduís. Como o Poder tenta ludibriar as pessoas com discursos com o povo já sabe como começa e como termina. Dizem sempre que apóiam a cultura por aqui. Vejo algumas parcerias esporádicas entre a prefeitura e alguns grupos e artistas.

Se o Poder Público quisesse dar apoios colocaria em prática a Fundação de Cultura já aprovada pelos vereadores; faria esforço para que o Conselho de Cultura funcionasse, dialogava com os grupos e artistas; receberia as demandas, mas a falta de gestão impede determinadas ações.

Primeiro, é notado que o Poder deseja que os grupos e artistas vivam correndo atrás da figura emblemático do Prefeito que só esta na cidade sábado e domingo, que é pra agradecer somente a ale. Não prezam por política de estado. Dar liberdade ao povo não é a intenção.

Segundo, não se consegue falar de coisas com o prefeito porque a irmã toma a frente e diz que ela resolve tudo. Na verdade é mesmo que todos os seus enigmas são endossados e apoiados, o que tem desgastado todo corpo funcional administrativo e dificultado muitas relações.

Festa de Santa Teresinha

Terminou mais uma de Festa de Santa Teresinha em Janduís em mais um ano de desarticulações, isolamento da comunidade. Na verdade, o que vimos foi pouca participação popular nas atividades religiosas e sociais e a Praça sem clima todas as noites.

Temos na coordenação da Igreja de Santa Teresinha, uma figura que é Bastim Gurgel, um cara que sempre apoiou os grupos, os jovens, incentivou o novo e hoje o que vemos são outras infiltrações que não agregam. Uma andorinha só não faz verão.

A Igreja em sua tradição tem um histórico de apoiar os perseguidos pelo Poder, de correr atrás do correto, não tolerar as injustiças, mas, em Janduís a Igreja precisa rever suas ações e quem está afastando a comunidade da Igreja.

Em 2009, por exemplo, a Secretária de Governo de Janduís fez uma portaria proibindo um programa Radiofônico na Igreja, realizado pela Cia. Ciranduís, porque citava o apoio de políticos que contribuem com a cultura e com as festas religiosas e foi assinada pelo Padre.

Acredito que nenhuma Igreja precise de favores de Poder, pois a comunidade faz ela acontecer. E por aqui a relação sempre foi de respeito e não de suborno, quando tivemos outros Padres que entendem que a Igreja é da comunidade.

Quando de cara a gente vê uma senhora com o coração cheio de mágoas, rancor, falsa, fofoqueira a frente de um trabalho com gente, logo, só vai ficar quem agüenta a ditadura de um alguém que finge gostar de gente. Tem sido assim, durante os últimos dois anos aqui em Janduís.

Quando faz essa mistura desagradável afasta as pessoas e as instituições. A noite dos artistas muito fraca, mas, não porque não tenha quem faça é a retaliação feita pelo Poder Público local, que aproveita a festa da Padroeira pra dizer ao povo que está tudo bem, quando na verdade, o próprio povo já sabe o que acontece em Janduís.

Eu espero que Igreja reveja seus conceitos para com os jovens, com os movimentos sociais e não siga a vontade política de alguém doente por Poder, posição social e tenta macular a expressão e liberdade de quem sempre esteve na luta social da cidade.

Diante disso, nossa fé não se abala, nem nossas certezas. A questão é que na vida precisamos ter lado, postura e acima de tudo coerência. Como tem pessoas que não se tocam de sua insignificância, acabam arrodeadas apenas de serviçais temporários que duram somente por alguns instantes.

Períodio eleitoral 2010 encerrado

Em 2010 milhões de brasileiros foram às urnas votar para deputado estadual, deputado federal, dois senadores, governador e presidente da República, decisão que só veio ser decidida no Segundo Turno.

Alguns estados foram ao Segundo Turno votar pra governador, além de presidente, o que não foi o caso do Rio Grande do Norte, onde a Senadora Rosalba Ciarline (DEM) ganhou a disputa logo no Primeiro Turno.

O interessante de tudo foi alguns agradecimentos que ouvi aqui em Praça Pública, sobre a votação de Dilma em Janduís. Políticos que não moveram uma palha na campanha a não ser seu voto pra Dilma, fez da festa da Padroeira um palanque seu pra agradecer.

Se as coisas fossem como tais políticos pensam, Iberê teria ganhado em Janduís, ou melhor, por que não houve agradecimentos a votação de Iberê? Da mesma forma que não houve empenho pra Dilma, não houve pra Iberê. O povo de Janduís está super atendo.