Elaboração de projetos culturais, palestras, oficinas, curso, animação de aniversários infantis.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz, Ano Novo – 2013!



Mais um ano termina, mais um ano se aproxima. E nós continuamos o mesmo ritual de sempre, com algumas mudanças, modos, jeito de fazer. Que bom que estamos presentes pra ver a chegada de mais um ano.

Viver 2012 foi compartilhar das alegrias pessoais, coletivas e também dos sonhos não concretizados. Na certeza, está indo embora um grande ano. Sabendo compreender a diversidade humana e natural, viveria tudo outra vez.

Diante de tudo, desejo que 2013 se concretize como um ano de realizações, sucesso e acima de tudo, seja um ano de grandes revelações. E assim, possamos dizer Feliz 2014 e um bom 2013, no final de mais um ciclo vital.

Que Deus abençoe a todos!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Um Natal pra História

Um dia pra história
Jamais tinha passado um Natal em minha cidade com direito a brincadeira de Amigo Doce, jantar coletivo, MPB ao vivo com um dos melhores cantores do Estado, Marcos Lima, e tanta alegria.

Assim foi em 2012. Um Natal típico do que representamos pra cidade e pro nosso estado. Fomos a Praça Pauloxia onde crianças brincam todas as noites. Não as interrompemos e nem elas nos interromperam. Na verdade houve um processo de interação total.

Acostumado a estar sempre longe em comemorações do Natal, pelo segundo ano consecutivo passei em Janduís e o melhor de toda minha vida. Obrigado a todos nós por proporcionarmos alegria a nós e as pessoas que estão pertos. Feliz mesmo.


Postura na Hora de Decidir


Vereador Braga (PT)
As últimas especulações em Janduís davam conta de que o vereador Braga (PT) poderia lançar uma candidatura própria à presidência da Câmara Municipal contando com apoio de terceiros, caso não fosse escolhido pelos petistas. Enganou-se quem puxou esse boato.

As respostas aos que levaram a proferir tais boatos às ruas foram posicionadas na hora de decidir e se chegar a um acordo comum. Cometeu-se brigas no PT, mas, tudo já é passado e agora não mais hora de brincar de “pique esconde”. É preciso mostrar crescimento.

Como em toda disputa há elaborações de “estórias” o vereador Braga mostrou moral, postura e coletividade na hora “H”. E isso, foi mais um passo de maturidade e discussão partidária. O momento é de agregar, e o PT não estará na próxima gestão do Executivo.

Amizades a partes, políticas também. É notório e evidente o laço de amizade e de familiaridade entre Braga e a prefeita eleito pelo PSDB. E isso, não é requisito para questionamentos políticos. Amizades são amizades e procedimentos políticos têm outros entendimentos.

Contudo, a questão foi resolvida com maestria e sapiência. Teremos um PT unido, forte e resistente em Janduís, junto com o PRB. A decisão deixou todos os petistas satisfeitos e confiantes num grande trabalho político em nossa cidade.

Diretório do PT é Consenso pra Mesa Diretora da CM em Janduís


Arquivo PT
O Diretório Municipal do PT se reuniu sábado, 22, às 09h, na sede à Rua Vicente Gurgel, em Janduís, para discutir consenso sobre nomes para Mesa Diretora nas eleições de janeiro de 2013.

PT e PRB são os partidos que fizeram mandato na Coligação Paz e Trabalho nas últimas Eleições em Janduís. Os dois totalizam 5 vereadores, 4 do PT e 1 do PRB. Aliados nas Eleições, PMN e PCdoB não coseguiram êxito.

Assim, estavam postas as candidaturas de Lázara Maia (PT), que logo retirou seu nome da disputa, Braga (PT) e Leandro Tomé (PRB), que continuaram com nomes pra avaliação do Diretório e do grupo político.

Depois de muitas discussões, O Diretório do PT e o vereador do PRB, Leandro Tomé, chegaram a um consenso comum a todos. A tomada de decisão foi coroada na segunda, 24, na presença do Diretório, vereadores terminando mandato e vereadores eleitos.

A Mesa Diretora da Câmara Municipal em Janduís será formada pelos partidos PRB e PT, respectivamente, PT e PRB.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

As Coisas Que Nos Consomem



Temos necessidades de consumismos?!
Há pessoas que são consumidas pelo ódio, inveja e pela infâmia. São consumidas por elas mesmas, quando outra realidade seria possível por si própria.

Pessoas são consumidas pelo dinheiro, vícios, pela igreja, futebol, drogas, violência, pela maledicência. São consumidas.

Gente sendo consumida pela politicalha, pois não há mais jeito de fazer política. Moral em baixa, estima elevado pela simples sede do “Poder”. Consumismo fajuto, sem ideologia, apenas consumismo.

Em vez de sermos consumidos, bebemos arte e cultura. Arrotamos alegria, satisfação e cidadania. Fazemos brotar água nas pedras do sertão, à luz do sol, à luz da lua, fazemos história a cada dia.

As coisas que nos consomem são simplesmente os momentos de alegria proporcionados por nós mesmos, pelo pouco, mas, necessário pra uma vida digna e de respeito.

A Cultura da Lealdade



Pra ser leal a uma causa, acredito não ser necessário mentir, pisar, envergonhar sua moral pra ser enxergado em situações satisfatórias no campo pessoal.

Os momentos de discordância, discussões e consensos consagrados pela ordem coletiva, vão de encontro à lealdade. Não precisamos fingir pra agradar a dois “deuses”, quando na verdade cometeremos a inconveniência da falsa personalidade.

Qualquer causa coletiva é maior do que qualquer situação pessoal, embora a segunda opção esteja em primeiro lugar pra grande maioria que finge militar por um instante. É ver o dia se por e dizer a lua que é sol.

É estar com o sol e dizer a lua que você é sol. Naturalmente, somos humanos e essa cruzada ideológica finda nas necessidades pessoais de pelo menos noventa por cento, das pessoas que se “encangam” às pessoas de luta.

Praticar a cultura da lealdade é o mesmo que acordar todos os dias e ler a mesma cartilha. Algo que pode ser enjoado, mas, é um exercício de cidadania.

Aprendi Também Com o Dono da Padaria



Um dia o Padeiro da Rua do Meio me negou o pão que seria o alimento de meus “filhos”. Eu tinha dezenas de dependentes, mesmo assim, os pães que restavam na prateleira já estavam reservados pra primeira classe da cidade.

O fato marcou a história da pequena cidade de Curral, repercutiu no Estado da Liberdade e na Canção da América. Um choque previsto, porém, utilizado como elemento de luta e perseverança.

O Padeiro que nunca soube fazer outra coisa, se não pão, resolveu comprar uma nova Padaria em Curral. Sua meta é que todos os seus clientes o vejam como alguém sensacional e extraordinário. Imagina se todos os comerciantes pensassem assim.

Alguns dos filhos que teve o pão negado, por seus motivos naturais, se juntaram ao Padeiro prometendo a cidade os melhores pães e melhores alimentos em massa.

Dominado pela “grande conquista” – a compra de uma nova padaria – o Padeiro suplica que, mesmo os que tiveram o pão negado, lhe peça desculpa, pois agora é “dono” de algo bem maior, ainda assim, já conhecido de todos.

A história não muda, continuará perpetuando por gerações e gerações. Não importa onde se possa chegar, assim como nós “famintos” de pão fomos vítimas da ignorância, conseguimos enxergar o quanto foi vítima de um mercado que pode ser sucesso ou mais uma página de fracasso na história de Curral.

O importante é que mesmo com os pães negados conseguimos nos alimentar e aprender que “nem só de pão vive o homem”.