Elaboração de projetos culturais, palestras, oficinas, curso, animação de aniversários infantis.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Lado é lado.



Muitas revelações no pleito Eleitoral de 2012 em Janduís e descobertas fantásticas. Nada me surpreende, pois sei que há em jogo uma disputa de Poder e envolve seres humanos.

Há um sentimento de voltas pra algumas figuras que todo ano passeia de partido em partido, sem encontrar o ponto G de seu umbigo. Entendo é normal. Sei o quanto é ruim a gente tentar ser sucesso e ao mesmo tempo se frustrar por si próprio.

São os mais variados motivos pra se gerar uma revolta, é normal, faz parte da dinâmica democrática de um país. Relatam sobre a democracia, mas, é por ela que se tem o direito de ser reacionário.

Como gostaria de ter no meu projeto político várias pessoas ligadas ao meu trabalho diário. Em algumas, ao menos eu acreditava que existia ideal político, mas, o momento revela que há uma sede de vingança, ódio e isso deixa ser frágil, desnorteado. E são fatos naturais de uma sociedade.

Tenho dito, e reafirmo a cada dia minha posição partidária, coletiva e ao lado de quem sempre estive o tempo todo, desde que resolvi militar na política. Nesse momento não me importo com o projeto oposto, estou engajado com o PT e toda sua equipe.

O projeto de Nailka, Raimundo, Dr. Salomão, Braga e demais agregados, foi o que me atrai pelo que Janduís significa pro nosso Estado e pra federação. Assumo o cargo de Diretor Presidente da FUNCULT, a convite do prefeito Dr. Salomão que acreditou que a gente é possibilidade de agregar e transformar.

Compreendo perfeitamente que Cargos Comissionados são passageiros e devemos fazer dele um instrumento de transformação e possibilidade. Logo mais, estarei na mesma militância fazendo que sempre fiz, o que não me afastou do campo, que a arte pública de rua.

E meu trabalho frente ao movimento cultural é independente de qualquer Cargo ou ação. Isso prova que sabemos fazer mais, temos competência e não somos invejosos quando alguém próximo assume algo que vai beneficiar uma classe.

Diante de tudo, concluo dizendo que continuarei respeitando todas as posições políticas, culturais, religiosas. Apenas temos o capricho de escolher a quem confiamos nossas confidências e quem devemos depositar respeito e amizade. Ademais, é preciso tranqüilidade e cautela. Afinal, mais uma grande vitória se aproxima com Nailka e Raimundo pra continuar avançando.

O PT faz a diferença



O Partido dos Trabalhadores – PT, tem mostrado ao mundo um dos maiores exemplos de Governo que esse país já teve com o presidente LULA. As transformações feitas é algo que em 500 anos a direita não conseguiu fazer.

Entendo o incomodo que esse partido tem causado às pessoas que não queriam ver um pobre ter energia em sua casa, mais cultura, esporte, crédito bancário, habitação urbana e rural e o progresso que chega em todas as cidades.

À direita por é um seguimento da democracia que sempre agiu de maneira truculenta. E eles se diferenciam da esquerda pela sua própria forma de comando. Seus presidentes são os mesmos por anos e são os verdadeiros “donos”.

É histórico que suas decisões são tomadas por interesse dos velhos caciques, diferentes dos partidos da luta social e de esquerda. Nas cidades onde governam montam currais eleitorais enxergando  eleitores apenas como números, dividindo as famílias e causando miséria.

Na atualidade, a direita moderna cria sua Juventude, participa de greves, e a todo custo está tentando ludibriar o eleitor a fim de chegar ao Poder novamente. A exemplo de Natal e do Rio Grande do Norte, aproveitaram o embalo da revolta popular e colocaram alguém sem qualquer preparo pessoal e coletivo pra governar.

É só comparar, onde o PT Governa dá certo. Em Janduís, as casas populares são apontadas por um conselho gestor. Antes, a linha do tempo revela que os líderes continham um número X de casas pra dar as famílias que fossem de seu curral eleitoral.

Por isso não levo o lado emocional à frente numa disputa eleitoral. É fazendo comparações que a gente vê a diferença que o PT fez e faz. Nos últimos 16 anos tivemos quatro administrações. Daí é ver quem fez mais casas, banheiros, trouxe energia elétrica, barragens subterrâneas e a organização social da comunidade.

Além de tantos outros benefícios que serviu a comunidade por inteiro e não aos interesses pessoais de cabos eleitorais. Quantos já tiveram oportunidade de estar no governo e quando lá tiveram humilharam, pisaram, fizeram uma verdadeira administração baseadas no próprio umbigo?  Agora estão de volta dizendo que é o novo, a democrácia, o melhor. Alerta.

Não entender a própria incompetência de governar um povo, seja qual for à posição, é se ridicularizar por si próprio sem se apoiar no avanço pessoal. A fila anda e como diz o ditado “Choro é de graça”.

Falsos Revolucionários



Como já cantavam os Beatles: “Você diz que quer uma revolução. Bem, você sabe. Todos nós queremos mudar o mundo”. Já repararam quanta gente diz que tá tudo errado e que é preciso modificar a ordem do universo? Que se deve fazer isso e aquilo e, magicamente, todos os erros de séculos e séculos da humanidade serão acertados! Pois é, estes são os falsos revolucionários. Os crí
ticos destrutivos, fáceis de achar no dia-a-dia. São pessoas que não querem fazer nada por ninguém, e sim ser apenas o Bam Bam Bam idealista na mesa de bar.

É engraçado como o mundo está cheio de ‘apostas revolucionárias’ com pouco ou nenhum embasamento. Sério! Por que todo mundo quer dizer, e sempre, o que os outros precisam para melhorar de vida? Não dá para deixar eles falarem por si?

Para os falsos revolucionários, dar voz aos outros é um ultraje. Ter suas ‘idéias’ (que vêm de cópias fajutas que tiram de jornais e artigos na internet) refutadas é praticamente um crime. Nunca reconhecem que são humanos, que se enganam. Se algo dá errado, é porque eles já tinham antevisto o defeito. Se dá certo, eles é que propuseram a idéia anos antes.

Mas o que se esquecem é que mesmo as grandes revoluções do passado não nasceram prontas. Foram repletas de ajustes, de correções e não vieram do nada. Só dominaram o mundo quando partiram da aceitação popular para mudar regimes falidos. Nasceram do diálogo, da refutação, de propostas democráticas e, acima de tudo, de vários autores.


Se resolver grandes problemas sociais (como a corrupção, desigualdades, epidemias de doenças cíclicas, catástrofes naturais, inflação, preconceito, poluição, entre outros) fosse algo tão simples, coisa de um papo de boteco só, o mundo não teria tantos problemas. Seriam só flores, borboletas, arco-íris, sombra e água fresca. Contudo, as coisas não são assim!


Insistir em dizer aquilo que todo mundo já disse é fácil demais. Ineficiente demais. O difícil, o que vale para incitar mudanças, é fazer. É deixar discursos de lado e arregaçar as mangas. Os acreanos precisam distinguir a grande diferença entre ser um realista (apontar o que não está certo) e ser um egoísta do contra (criticar tudo aquilo, certo ou errado, que não tenha partido de si).


Portanto, o mundo não precisa de mais revoluções de falsários. De dar mais passos incertos. De boas idéias o planeta é sempre carente, mas de charlatões ele já está cheio. O mundo precisa de ações pra corrigir seus problemas. Gente que não busque méritos, mas sim ajudar ao próximo. Que resgate o debate dos erros de antes pra prevenir a sociedade de cair neles de novo.


A partir de agora, a decisão é sua: você é um realista ou é só mais um falso revolucionário, de araque?


Tiago Martinello